Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

Para que quero eu uma agenda?

Todos os anos sem excepção, perco horas à procura de uma agenda bonita, fashion , que me encha a vista, já que será um objecto com que vou lidar durante o resto dos 365 dias. No entanto, todos os anos, sem excepção, deixo a agenda esquecida num canto, fechada, a ganhar pó. E se por acaso me dou ao trabalho de passar as datas de aniversário para ela, visto consulta-la com tão pouca frequência, quando vejo o aniversário daquele amigo já foi à duas semanas atrás!

Pergunto assim, para que raio quero eu uma agenda? Será um impulso consumista desenfreado ou uma tentativa anual fracassada de mudar?

Vou ver se me lembro de anotar na agenda um dia para pensar em mais pormenor esta questão!

publicado por Estagiário Farmacêutico às 22:04
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Como eu descobri que não sabia reconhecer sotaques!

Todos os dias que passam uma pessoa descobre mais uma limitação! Já tinha na ideia ir ao IPS dar sangue à algum tempo, visto que já não ia fazer a dádiva desde Junho, quando ontem chego à faculdade e descubro que está a ocorrer uma campanha de dádivas. Óptimo pensei eu, visto que assim não teria que fazer a viagem até ao IPS , o que poderia significar atravessar todo o Parque da Saúde com chuva torrencial e um chapéu de aparência frágil que a qualquer momento poderia cometer suícidio!
Por isso alegre da vida, lá fui eu dar sangue! O cerne desta história encontra-se no momento em que estou a dar a dádiva, tendo sido atendido por uma jovem simpatiquíssima , que tagarelava alegremente com o seu colega. Conversa puxa conversa, e eu pergunto-lhe [mais valia ter estado calado e sorrir] se ela é de Lisboa! A moça diz que não, mas diz que não é do Brasil, já que muita gente confunde o sotaque dela com sotaque brasileiro. Obviamente que esta era a deixa para eu dizer ah não , obviamente que és de "inserir local do sotaque". Só que me apercebo que não faço a mínima ideia de onde poderia ser a rapariga. Por isso, para desviar a conversa, faço uma jogada de génio, e digo "ah o teu colega também não é de cá, tem sotaque alentejano!". Na realidade, o rapaz era da Trofa, segundo ela me disse, enquanto eu tentava fazer um ar de conhecedor, porque não fazia a mínima ideia onde era a Trofa [ideias mínimas não é comigo está visto], tirando o facto de ser no Norte, e isto porque ela mo disse.

Ou seja, sotaques não é mesmo comigo!

Ah, e a moça era de Viseu!

publicado por Estagiário Farmacêutico às 07:50
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